\ A VOZ PORTALEGRENSE

sexta-feira, outubro 20, 2017

Asterix e a Transitálica

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NO FIM OS LUSITANOS LEVAM A TAÇA!

Em «Asterix e a Transitálica», a nova aventura dos intrépidos gauleses leva-os novamente à península italiana, numa corrida de carros entre Modica (Monza) e Neapolis (Nápoles).
Os carros e respectivos aurigas, em número de dois, chegam de todo mundo civilizado e bárbaro. Entre eles está um carro vindo da Lusitânia, sendo os aurigas Àsduasportrês e Biscatês, na tradução portuguesa.
Se Àsduaspor três é visível e identificável, já Biscatês é sempre visto a biscatar, não se lhe vendo alguma vez o rosto.
De etapa em etapa, de vicissitude em vicissitude, a corrida chega ao seu terminus, e, claro, os vencedores são Asterix e Obélix. E o derrotado, mesmo em cima da meta, é Júlio César.
Todavia, os heróis recusam o troféu, que depois de outras recusas fica em mãos dos Lusitanos, mais concretamente de Àsduaspor três, já que Biscatês continua a biscatar.
Quiçá, oriundos dos Montes Hermínios, Biscatês e Àsduasportrês, são os heróis, involuntários, finais, de mais uma aventura, que vale a pena ler.
Mário Casa Nova Martins
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quarta-feira, outubro 11, 2017

Desabafos 2017-2018 - I

Quando em 1640 a Catalunha lutava contra o domínio espanhol, também Portugal o fazia. A solidariedade entre portugueses e catalães contribuía para que a luta independentista tomasse cada vez mais força.
Contudo, era impensável para a Castela de Filipe IV que na Ibéria Portugal e Catalunha saíssem do jugo espanhol.
Assim, a revolta catalã foi sufocada, e só Portugal conseguiu voltar a ser independente.
Hoje é novamente a Catalunha a lutar pela sua independência. E está só nessa luta.
A Europa não apoia o povo catalão. Portugal não apoia a luta dos catalões pela sua independência, esquecido que está da sua História, do seu Passado.
A Ibéria é um espaço geográfico. Diferentes povos o habitaram. Hoje aqueles descendentes desses povos primitivos são os portugueses, os galegos, os bascos, os catalães, os castelhanos, os andaluzes. Todos têm culturas próprias, assim como línguas.
Apenas os portugueses são independentes, os outros estão ligados a Castela, ao centralismo de Madrid, com uma autonomia que apenas mascara esse sufocante centralismo.
Cada dia que passa, mais forte é o espírito dos catalães na caminhada para a independência. Mas a força bruta de Madrid cada vez é mais notória. Embora a violência traga sempre violência, verdade que esta apenas é do lado espanhol, dando o povo catalão o maior exemplo de civismo.
Que a Catalunha consiga a sua independência!
Mário Casa Nova Martins
Rádio Portalegre, 09-10-2017

quarta-feira, setembro 27, 2017

Declaração Por Portalegre

Declaração Por Portalegre

E se Portalegre voltasse a ser a Cidade Branca? E se os Sinos de São Lourenço voltassem a tocar? E se a Cruz no Monte de São Tomé voltasse a iluminar Portalegre?
Carlos Garcia de Castro cantou Portalegre como poucos ou ninguém. A “sua” Portalegre é a minha, da minha infância e juventude. Quando a Cruz da Penha à noite, iluminada, abraçava e abençoava a Cidade. Quando eu acordava ao som do apito da Fábrica dos Lanifícios. Quando sabia que nos dias cinzentos ia chover ou que no verão o vento suão tinha chegado, porque o fumo da Fábrica Robinson se espraiava pelo Rossio. Quando as casas eram caiadas de branco. Quando a missa em São Lourenço era anunciada pelo repicar dos seus sinos. Quando o Desportivo e o Estrela jogavam aos domingos na Fontedeira e depois no Municipal.
Mas a inexorável usura do tempo faz com que o passado se transforme em memórias, como aquela contida na sublime escrita poética de Raúl Cóias Dias, que intitulou «Poema a Portalegre», e onde diz:
 _ “Portalegre” era um tear, cidade branca a fiar, de pulseira e avental, uma tasca em cada esquina e um brilho a senhora fina na ternura do olhar, silêncio de rua antiga, bêcos, roupa a secar, restos de “Duro”, vinho escuro, vestígios de “Bernardim”, écloga de sombra, jardim, “Nossa Senhora da Penha”, “Portalegre, contra sanha: o suor, o vinho, o pão… “Bonfim”, “Santana”, “S. Cristóvão”…” (só mais tarde Atalaião).
Alagoa, Alegrete, Fortios, Reguengo e São Julião, Ribeira de Nisa e Carreiras, Urra. Cada uma das Freguesias do Concelho de Portalegre tem os seus problemas específicos. Mas o despovoamento e o envelhecimento das suas Gentes são comuns a todas. Periféricas, sentem o abandono, o isolamento, a amargura do esquecimento por parte dos poderes autárquicos. Mas também elas foram prósperas, com agricultura, pequeno comércio e alguma indústria. E nelas hoje perdura a memória desses tempos.
Sé e São Lourenço têm intramuros um casario, na parte histórica, degradado, inabitável, ruas desertas sem vida nem alma. Aqui se alberga a principal História de Portalegre, o Passado e o Presente de um tempo que parece não ter tempo para o Futuro. Contudo, aqui vivem Gentes que resistem à inércia, que acreditam que Portalegre, Cidade e Concelho, tem condições para voltar a ser a cidade industrial, comercial e de serviços que foi e que gerava riqueza económica e cultural. E riqueza Moral, Ética e Cívica.
No próximo dia 1 de Outubro têm lugar as Eleições Autárquicas. É dentro da maior liberdade e confiança que afirmo o meu apoio à candidatura autárquica do CDS no Concelho de Portalegre, liderada por Nuno Moniz.
O Concelho de Portalegre tem no próximo dia 1 de Outubro a possibilidade de inverter um rumo, aquele que tem conduzido à desertificação de gentes, ao declínio das actividades económicas, ao fatalismo geográfico, apostando na candidatura do CDS e em Nuno Moniz, pelo progresso e pelo futuro do Concelho de Portalegre.
Apoiar quem queira investir para criar postos de trabalho e trazer gentes, famílias ao Concelho de Portalegre.
Melhorar a qualidade de vida dos habitantes do Concelho de Portalegre, com a criação de espaços comunitários com infra-estruturas onde o usufruir do lazer seja prioridade.
Recuperar a confiança dos Munícipes naqueles que estão à frente dos destinos do Município.
Recuperar e renovar tradições esquecidas e perdidas.
Apoiar os clubes desportivos na área da formação de jovens para a prática do Desporto.
Transformar a Cultura num bem acessível a todos.
Fazer do Concelho um ponto de referência para os produtos da região.
E muito mais está no programa da candidatura autárquica de Nuno Moniz, um Homem de Acção, que quer um Concelho de Portalegre vivo, dinâmico e em paz consigo próprio.
A credibilidade em política deve ser o princípio que norteia uma candidatura eleitoral, e o CDS assim trabalha, tendo o desenvolvimento do Concelho em termos económicos e sociais como objectivo, associado ao bem-estar das suas gentes.
O Concelho de Portalegre precisa de gente que com ele se preocupe, que com ele viva e sinta os seus problemas e procure as soluções para todos eles. O lema da candidatura da equipa liderada por Nuno Moniz é servir as Gentes do Concelho de Portalegre.
Portalegre precisa de ser estimada pelos Portalegrenses, através da sua intervenção na Ágora. É preciso afastar fatalismos e maus agoiros, acreditar que com trabalho construtivo, com ideias, com responsabilidade e o querer servir a Causa Pública, Portalegre e o seu Concelho têm futuro.
Se a Nuno Moniz e à sua equipa na Assembleia Municipal e nas Juntas de Freguesia, for dada através do Voto a oportunidade de servir todos os Portalegrenses, de certeza que o Concelho e a Cidade de Portalegre voltarão a contar no concerto dos Concelhos Portugueses!
Vivamos Portalegre com entrega. Acreditemos no Futuro de Portalegre. Com o Nuno. Consigo.
Por Portalegre!
Mário Casa Nova Martins
27 de Setembro de 2017

quinta-feira, julho 20, 2017

Autárquica 2017 - MJCNM

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_ Nascido e criado em Portalegre, conheço a realidade da Cidade e do Concelho.
A Portalegre regressei há mais de duas décadas, depois de um peregrinar que me deu e mostrou mundo.
Em Portalegre resido. Invisto continuadamente no meu património em Portalegre. O meu domicílio fiscal é em Portalegre, e aqui cumpro as minhas obrigações fiscais.
Sei que o Futuro se constrói nunca esquecendo o Passado e vivendo com intensidade o Presente. Assim tenho agido, intervindo na sociedade portalegrense, principalmente nas áreas do Desporto e da Cultura. Tenho ao longo dos anos sido espectador comprometido com Portalegre, e publicamente assumido posições de ruptura com um situacionismo que a corrói.
Pela primeira vez integro um projecto político no Concelho de Portalegre, ligado ao Partido que sempre foi o meu, como é público. Esse projecto vai para além do CDS, porque é encabeçado por alguém que em termos de Cidadania sempre mostrou independência.
Apoio a candidatura de Nuno Moniz. Defendo todas as suas escolhas para os diferentes órgãos autárquicos. Comungo em pleno com o seu programa eleitoral.
Sei que o Concelho de Portalegre muito tem a ganhar, política, económica, social e culturalmente com Nuno Moniz. Assim os Portalegrenses o queiram!
Mário Casa Nova Martins

quarta-feira, junho 07, 2017

Feira das Cerejas

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D. Inércia e os Inertes

5, 6 e 7 de Junho. Já ninguém se lembra que nestes dias em Portalegre tinha lugar a segunda maior feira do ano, a Feira das Cerejas.
A maior acontecia a 13, 14 e 15 de Setembro, a Feira das Cebolas. Mas ambas, hoje, fazem parte do imaginário de gerações mais velhas da região de Portalegre.
D. Inércia reina em Portalegre há mais de um lustro. Que fez D. Inércia para recuperar esta Tradição da Feira das Cerejas? Nada, simplesmente nada, como se prova por hoje, dia 7 de Junho, aquele que era o último dia da Feira das Cerejas, em Portalegre reinar um silêncio sepulcral sobre o que foi, o que era a grandiosa Feira das Cerejas!
D. Inércia, bonitinha, bem vestidinha, bem falantezinha, é isso e nada mais. Mas os Inertes que apenas criticam quem faz alguma coisa, quem tem obra feita, deslumbram-se com D. Inércia.
Portalegre é uma sombra do que foi. E assim continuará enquanto a Inércia for rainha em Portalegre Concelho!
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quarta-feira, maio 24, 2017

Desabafos 2016/2017 - XIX

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Termino mais uma série de «Desabafos» na Rádio Portalegre, onde sempre tive toda a liberdade para dizer o que penso e sinto. Só tenho que estar agradecido a esta Casa e a quem nela trabalha e a dirige.
É dentro da maior liberdade que reafirmo o meu apoio à candidatura autárquica do CDS no concelho de Portalegre, liderada por Nuno Moniz.
No passado e também nesta Casa, convicta e publicamente apoiei as candidaturas do CDS lideradas por Ana Pestana, Luís Morgado Pinto e Hélio Pereira.
Nunca apoiei coligações entre o CDS e o PSD, que eram, prova-se, sempre o “abraço de urso” do PSD ao CDS.
O concelho de Portalegre tem no próximo dia 1 de Outubro a possibilidade de inverter um rumo, o rumo que conduz à desertificação de gentes, ao declínio das actividades económicas, ao fatalismo geográfico, apostando na candidatura do CDS e em Nuno Moniz, pelo progresso e pelo futuro do concelho de Portalegre.
A aposta no apoio da autarquia a quem queira investir para criar postos de trabalho e trazer gentes, famílias ao concelho de Portalegre, é uma das prioridades da candidatura do CDS e de Nuno Moniz.
Melhorar a qualidade de vida dos habitantes do concelho de Portalegre, com a criação de espaços comunitários com infra-estruturas onde o usufruir do lazer seja prioridade.
Recuperar a confiança dos munícipes naqueles que estão à frente dos destinos do Município.
Recuperar e renovar tradições esquecidas e perdidas.
Apoiar os clubes desportivos na área da formação de jovens para a prática do Desporto.
Transformar a Cultura num bem acessível a todos.
Fazer do concelho um ponto de referência para os produtos da região.
E muito mais está no programa da candidatura autárquica de Nuno Moniz, um Homem de Acção, que quer um concelho de Portalegre vivo, dinâmico e em paz consigo próprio.
Rádio Portalegre, 22 de Maio de 2017
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Humberto Nuno de Oliveira

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segunda-feira, maio 22, 2017

Humberto Nuno de Oliveira

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sexta-feira, maio 12, 2017

Jacinta e Francisco, 13-05-2017

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Não sei desde quando tenho estes dois ‘santinhos’. Contudo, a memória lembra-me que quando fiz a primeira comunhão, já os teria.
Mas a verdade é que sempre os guardei com muito carinho, vendo neles algo que a minha razão não sabe explicar.
Nestes dois dias, 12 e 13 de Maio de 2017, Eles voltam a acompanhar-me.
Junto com o Santo Padre Bento XVI, amanhã, o dia da Santificação de Jacinta e Francisco, é um dia de Felicidade.
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quinta-feira, maio 11, 2017

Desabafos 2016/2017 - XVIII

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Vive-se um trabalho de formiga na campanha eleitoral do CDS no concelho de Portalegre.
Depois de sucessivas sangrias em gentes e ideias em coligações estéreis, esta campanha começou do zero. Graças à figura do seu candidato, Nuno Moniz, a cerca de quatro meses e meio do acto eleitoral existem listas elaboradas em todas as freguesias, tal como aos outros órgãos concelhios.
Alguns dos nomes são já do conhecimento público, outros, de acordo com a estratégia definida, a breve prazo serão também públicos.
Os convites para mandatário e mandatário para a juventude foram feitos e aceites.
Em suma, aquele trabalho essencial para que a colheita dê frutos está a um nível bastante avançado.
Programa, manifesto, material de campanha está em adiantada fase de trabalho, pelo que é certo que tudo será público atempadamente, de forma que os eleitores do concelho de Portalegre saibam as ideias e os projectos da candidatura de Nuno Moniz e sua equipa.
A credibilidade em política devia ser o principal objectivo de uma candidatura eleitoral, e o CDS assim trabalha, tendo o concelho, o seu desenvolvimento em termos económicos e sociais como segundo objectivo, porque o bem-estar das suas gentes está sempre em primeiro.
O concelho de Portalegre precisa de gente que com ele se preocupe, que com ele viva e sinta os seus problemas e procure as soluções para esses mesmos problemas. O lema da candidatura da equipa liderada por Nuno Moniz e servir as gentes do concelho de Portalegre.
Nuno Moniz tem uma equipa na qual pode confiar, e o recíproco é verdadeiro.
Rádio Portalegre, 8 de Maio de 2017
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quarta-feira, abril 26, 2017

Desabafos, 2016/2017 - XVII

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As cidades são como as gentes que as habitam. Nascem, crescem, tornam-se adultas, envelhecem e morrem, o ciclo natural da Vida.
Portalegre nasce num lugar na falda da serra, lugar de passagem, sem importância. As suas águas, e a qualidade delas, fazem com que a indústria dos panos a ela chegue e a faça crescer. Torna-se cidade por capricho e principalmente pelos amores profanos de um bispo. E cresce com a chegada do bispo, de nobres, de instituições religiosas e públicas.
Nas décadas de cinquenta e sessenta do século XX, Portalegre cidade e concelho atingem o apogeu.
Na segunda metade da década de setenta de mil e novecentos, começa o declínio, com o fecho de indústrias, o definhar do comércio, a fuga de serviços públicos, o abandono da agricultura.
E Portalegre cidade e concelho começam a perder pessoas, num decréscimo populacional quase exponencial.
Fraca indústria, comércio anquilosado, agricultura de subsistência, saída dos principais serviços públicos, sem elites sejam eles económicas, políticas ou sociais, casas e ruas em ruinas, Portalegre proletarizou-se.
Ao longo das últimas quatro décadas, três partidos têm dominado a cena política no concelho de Portalegre, e são os responsáveis pela sua decadência cívica.
PSD, PS e PCP transformaram uma cidade e um concelho dinâmicos, numa ruina económica e social.
No próximo dia 1 de Outubro há eleições autárquicas. Portalegre tem a oportunidade de virar costas ao passado, votando em consciência e liberdade na alternativa a tudo o que de mau PCP, PS e PSD representam.
A candidatura do CDS, liderada por Nuno Moniz, é a única capaz de tornar novamente o concelho de Portalegre vivo e próspero!
Rádio Portalegre, 24 de Abril de 2017
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sexta-feira, abril 14, 2017

Páscoa 2017

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terça-feira, abril 11, 2017

Desabafos, 2016/2017 - XVI

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No clássico «Jantar dos Reis», promovido pela estrutura concelhia do CDS, o seu presidente António José Baptista, afirmou que o CDS iria concorrer sozinho no concelho de Portalegre, nas eleições autárquicas do próximo dia 1 de Outubro. E acrescentou que o CDS iria apresentar listas a todos os órgãos autárquicos concelhios.
Passado pouco mais de três meses, aquela afirmação tornou-se real.
O CDS tem candidato, Nuno Moniz, e as listas aos diferentes órgãos estão praticamente fechadas, ultimando pormenores.
Também o programa da candidatura está em fase final de discussão, e a estratégia no terreno da campanha última detalhes.
Em suma, o CDS não vai em “cantos de sereia” de coligações, nas quais era sempre perdedor, de militantes, de simpatizantes-votantes, e principalmente a perda da sua identidade, da sua matriz.
Com tempo pela frente, a candidatura de Nuno Moniz, que conta, além da estrutura concelhia do CDS, com forte componente de independentes, pode desenvolver um trabalho capaz de motivar o eleitorado do CDS, e mesmo chegar a franjas de outras áreas político-ideológicas, dada a própria natureza da candidatura, encabeçada por um independente que desde 1973 é figura conhecida e grada em Portalegre cidade e região.
Nuno Moniz vai apresentar-se ao eleitorado do concelho de Portalegre com o conhecimento dos problemas de que o concelho padece, e para os quais apresenta soluções, contidas no seu programa eleitoral.
Profissional competente, sereno, assim vai ser a campanha de Nuno Moniz, com competência e sentido de dever para com a Comunidade. Será uma campanha de verdade e pela verdade, de luta pelos interesses de todos, sem excepção, que formam a Comunidade Portalegrense.
Que os Portalegrenses compreendam que Nuno Moniz é solução para o concelho de Portalegre.
Rádio Portalegre, 10 de Abril de 2017
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quarta-feira, abril 05, 2017

"NACIONALISMO É GUERRA!"

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"Nacionalismo é guerra!"

No único debate em que estiveram presentes os onze candidatos às presidenciais francesas, o favorito do ‘establishment’, o socialista dito independente, dito centrista, dito tudo e mais alguma coisa, Emmanuel Macron ressuscitou uma frase gasta do também socialista e ex-Petanista François Mitterrand, “Nacionalismo é guerra!”.
Para total felicidade da comunicação social politicamente correcta, que cita a frase até à exaustão, a vitória do Emmanuel nas próximas presidências em França, é um dado adquirido. Pena é que que esta imprensa mentirosa não possa por decreto eleger esta luminária presidente da República francesa. E que pena a mesma comunicação social não ter podido eleger madame Cliton, também por decreto, claro, nas presidenciais dos EUA!
E assim vai a intoxicação, a desinformação da opinião pública, portuguesa, da EU, e por aí adiante.
Quanto à frase, “Nacionalismo é guerra!”, não a podemos desmentir.
É que Nacionalismo opõe-se a Internacionalismo, e este já deu provas da paz que fomenta, a paz dos cemitérios nascidos do Socialismo de todos os rostos, dos Goulags de todos os países do Socialismo científico, como lhe chamavam!
O Nacionalismo é guerra contra a miséria do Socialismo que fomenta o Internacionalismo, hoje chamado Globalização, ou Multiculturismo, a doença maior desta UE, na qual está a França e também Portugal.

quinta-feira, março 30, 2017

Impunidade total para crimes da Esquerda radical

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IMPUNIDADE TOTAL PARA CRIMES DA ESQUERDA RADICAL

Em Outubro de 2016, na Faculdade de Direito da Universidade Autónoma de Madrid, estava marcada uma conferência, cujos conferencistas eram Filipe González, ex-primeiro-ministro de Espanha e do PSOE, e Juan Luís Cébrian, presidente do grupo de comunicação social Priza.
Uma intitulada «Federação Estudantil Libertária», impediu a realização da dita conferência.
Cerca de duzentos indivíduos desta organização irmã do português BE, Bloco de Esquerda, muitos com a cara tapada com lenços ou máscaras de papel, exercem a violência de tal forma que a conferência não teve lugar.
Na época, este acto antidemocrático não teve o menor eco em Portugal, dominado por uma comunicação social com complexos de Esquerda, ela própria controlada e temente principalmente da Esquerda radical, que por sua vez controla a Universidade pública, que é totalitária e concentracionária, e cujo expoente maior é o Trotskista Bloco de Esquerda, BE, que tem a mesma ideologia que o radical Podemos, o instigador e defensor destes acontecimentos de vandalismos e terrorismo urbano.
Então, como haver espanto pela actuação da Associação de Estudantes e do Reitor Caramelo da FCSH da Universidade Nova de Lisboa, todos com ligações ao BE, quando do impedimento de uma conferência naquela instituição universitária pública?
Esta estratégia é aprendida em qualquer cartilha de guerrilha urbana, utilizada pela Esquerda radical, e que o passado tem como exemplo e prova as italianas Brigadas Vermelhas, a alemã Fracção do Exercito Vermelho (Grupo Baader-Meinhof), as portuguesas FP – 25 de Abril, que semearam o violência e a morte.
A Liberdade começa a estar em perigo em Portugal, com o crescente medo e terror, instigado pelo BE.
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quarta-feira, março 29, 2017

AQUILO QUE NINGUÉM DIZ!

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AQUILO QUE NINGUÉM DIZ!

EM PORTALEGRE O ‘MUDO’ GOVERNA

Quem esteve atento às últimas eleições distritais no PSD – Portalegre, porventura muito pouca gente dado o estado comatoso do partido no distrito, sabia que a única hipótese credível era a vitória, e por margem clara, de Armando Varela, actual presidente da autarquia de Sousel.
A alternativa era tão má, que se tivesse ganho, ou mesmo se tivesse alcançado uma votação expressiva, o PSD no distrito de Portalegre caminharia para a implosão.
Armando Varela prestou um enorme serviço ao PSD – Portalegre, salvou-o da maior crise desde a sua fundação, e tornando-se merecedor do maior agradecimento dos militantes sociais-democratas.
Contudo, não foi assim que aconteceu. Pelo contrário. Em vez de agradecimentos, na qualidade de líder distrital e face ao imbróglio criado no concelho de Portalegre em relação ao candidato às eleições autárquicas do próximo outono, é-lhe dado o presente envenenado de ser forçado a encabeçar a lista do PSD à autarquia de Portalegre.
Armando Varela tem um trabalho exemplar à frente da autarquia de Sousel, trabalho esse reconhecido pelos próprios adversários políticos. Ganhou prestígio, mostrou competência, é respeitado, mas no concelho de Portalegre é um ilustre desconhecido.
É inquestionável que o PSD já não tem tempo para fazer uma campanha eleitoral ganhadora, e está prestes a imolar mais uma figura pública de valor, tal como o fez há quatro anos com o prestigiado Jaime Azedo.
Todavia, o PSD tem em Portalegre, há anos, um candidato natural, que é Cristóvão Crespo. Então o porquê de toda esta encenação, de toda esta história?
Como dizia Lee Atwater, o lendário conselheiro de Ronald Reagan, o segredo do sucesso em política está em “não se fazer notado, fazer-se de parvo e ir sempre andando”.
Cristóvão Crespo é conhecido em Portalegre. Aqui desempenhou cargos na estrutura concelhia, nos órgãos autárquicos, foi Governador Civil e agora é deputado. Que melhor currículo poderá haver para um candidato à autarquia de Portalegre?
Pois é. Mistério!
Há muito que paira uma sombra sobre o PSD – Portalegre. Sombra que está longe, mas que ao mesmo tempo está sempre presente. Nada por e para Portalegre. Quanto pior, melhor para Portalegre. Porque nesta cidade madrasta nunca lhe foi reconhecido valor. E tem valor!
A vingança serve-se fria.
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terça-feira, março 28, 2017

Desabafos 2016/2017 - XV

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De vez em quando, anuncia-se o fecho do Centro de Formação da GNR em Portalegre. A última ameaça aconteceu recentemente e foi notícia na Rádio Portalegre através de uma entrevista ao presidente da Associação Nacional dos Sargentos da Guarda.
Uma vez mais, a notícia do iminente fecho é dado por quem não tem poder para o fazer, mas terá informação credível sobre o assunto, e, quiçá, interesse.
Segundo o mesmo, a razão do dito encerramento deve-se «à política “economicista” do Ministério da Administração Interna (MAI), nomeadamente a subtracção do direito à promoção, que vai por em causa a estrutura escolar da GNR». Um razão de natureza corporativa, em suma.
Contudo, mais adiante o dito sargento fala daquela que é a principal razão para o fecho do Centro de Formação da GNR, que é «a falta de investimento em obras de manutenção».
As instalações em Queluz e na Figueira da Foz, nada têm a ver com as instalações em Portalegre, e essa é a razão para o fecho, a par da localização geográfica das outras duas. E também a cada vez menos necessidade de elementos para a GNR.
Há tantos anos que se sabe da precaridade das instalações no Convento de São Bernardo. E quando o Centro de Formação encerrar, lá virão “as forças vivas” perorar para a praça pública, como se há anos não soubessem que era preciso fazer algo para que o Centro de Formação não fechasse.
É assim Portalegre. As suas “forças vivas” políticas, económicas e sociais, estão cada vez mais desfasadas da realidade que é a Cidade e a Região. Nem no tempo das redes sociais, Portalegre ‘acorda’.
Em Portalegre o ‘faz–de-conta’ é rei, e o ‘chico-espertismo’ é presidente!
Rádio Portalegre, 27 de Março de 2017
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quinta-feira, março 23, 2017

Bento XVI e a Palestra de Regensburg

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Bento XVI e a Palestra de Regensburg

Na terça-feira dia 12 de Setembro de 2006, o Papa Bento XVI profere um discurso intitulado «Fé, razão e universidade: Recordações e reflexões», na Aula Magna da Universidade de Regensburg (1), dedicado ao  diálogo entre fé e razão.
Sua Santidade, a dado passo, faz a citação do Imperador de Bizâncio do século XIV, Manuel II Paleólogo, sobre Maomé, em diálogo mantido com um estudioso iraniano:
_ “Mostra-me também o que trouxe de novo Maomé, e encontrarás apenas coisas más e desumanas tais como a sua norma de propagar, através da espada, a fé que pregava”.
Esta citação incomodou os muçulmanos, e principalmente os não-cristãos e os católicos progressistas.
E a partir de então, nunca mais Bento XVI teve um momento de paz, até à consumação da sua, forçada, resignação, e substituição por um jesuíta progressista de formação Marxista, de seu nome Jorge Bergoglio, o (anti-)papa Francisco.
A frase do Imperador, no tempo em que foi produzida, mostrava a realidade do Islão à época. E quando é repetida pelo último Papa em 12 de Setembro de 2006, tendo em conta o que o futuro ira trazer, iria mostrar, ela é profética.
Hoje o Islão é uma Religião de guerra, de Guerra Santa. E por mais que a decadente Europa, melhor, parte dela, parte da União Europeia, o negue, a crua realidade comprova, dá toda a razão a Manuel II Paleólogo e a Bento XVI.
A cegueira desta Europa neste século XIX, é igual à cegueira de Constantinopla, quando cercada pelos turcos otomanos, em debates teleológicos discutia o sexo dos anjos.
Na Terça-feira 29 de Maio de 1453,  deu-se a queda de Constantinopla, a conquista da capital bizantina pelo Império Otomano sob o comando do sultão Maomé II, facto que marca a destruição final do Império Romano do Oriente e a morte de Constantino XI Paleólogo, o último imperador bizantino.
Como será a Europa nos finais de Maio de 2053?
Em finais de Maio de 2053, a Europa será Cristã, ou não será.
Com as elites actuais, com esta UE, esta Europa anti Greco-Judaico-Cristã, hedonista, materialista, sem Ética e sem Moral, sucumbirá à força do Islão, através de “Cavalos de Tróia”, que são os emigrantes muçulmanos que todos os dias a ela chegam e que dia-após-dia a corroem nos seus Valores e Princípios.

terça-feira, março 21, 2017

A Alemanha e a Turquia

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O MEDO DA HISTÓRIA

A ALEMANHA E A TURQUIA

Há Passado que não passa, Presente que não muda e Futuro que não é futuro.
Existe como que uma cortina a tapar o papel da Alemanha kaiserista na vitória dos Bolcheviques na Rússia. Como há em relação à “chegada” dos Turcos à Europa, também da responsabilidade da Alemanha de Guilherme II.
Aliás, permanecem muitas ‘cortinas’ na História da Alemanha. E há que as abrir.
Contudo, cingir-se-á apenas ao pertinente, pela actualidade, caso turco.
Em linhas gerais, a Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial, com o fim de enfraquecer os Aliados, e principalmente a Inglaterra, fomenta a revolução dos Muçulmanos, e promove propaganda radical, incitando à morte de Cristãos.
A ligação da Alemanha ao Império Otomano começou na primeira metade do século XIX, com o projecto de uma ligação ferroviária entre Berlin e o Império, com a finalidade de se evitar o trajecto marítimo controlado pela Grã-Bretanha. Em 1898 o imperador alemão visita o Império Otomano, e são estreitas as relações políticas, económicas e militares.
Papel importante no aconselhamento do imperador foi o judeu conde Max von Oppenheim, que persuadiu o kaiser de que o Islão era a “arma secreta” da Alemanha, e que se os Muçulmanos da India e do Egipto se levantassem em armas contra os seus senhores coloniais, o Império Britânico perderia a guerra.
A construção da via-férrea começa em 1903, com engenheiros alemães e material alemão. Essa construção demorou largos anos, mas o objectivo permanecia intacto. Para os alemães, a sua viabilidade assentava na ideia da abertura da região ao comércio, ao mesmo tempo que transformaria todo o panorama estratégico, uma vez que seria mais rápido transportar tropas desde a Europa até ao Golfo Pérsico, do que por barco desde a Grã-Bretanha.
Nos inícios de 1914, o Império Otomano estava expectante. Temiam a Rússia, estavam ressentidos com a Inglaterra, não confiavam na França. Restava a Alemanha.
E a Alemanha promete a recuperação de territórios, a defesa de Constantinopla contra Meca, e o apoio a uma Jiade para libertar todos os Muçulmanos sob o domínio britânico.
Conhece-se o resultado desta coligação, derrotas da Alemanha, fim do Império Otomano.
Ficam por tratar as relações entre a Turquia e a Alemanha no período da Segunda Guerra Mundial.
Porém, as relações próximas entre a Alemanha e a Turquia permitiram criar uma outra Turquia em solo alemão. Com as consequências que se conhecem.
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Bibliografia: «La Yihad del Káiser», La Aventura de la Historia, Nº 221, pgs. 18-22

segunda-feira, março 20, 2017

Desabafos 2016/2017 - XIV

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Santa Casa da Misericórdia de Portalegre

Perguntas que andam no ar
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A memória das gentes é curta, não só quando tal interessa, mas também pela própria natureza das coisas.
Passados anos, quem recorda ainda a violenta campanha eleitoral para a Santa Casa da Misericórdia de Portalegre, que envolveu duas listas, uma, a derrotada, apoiada pelo PCP, e a outra, a vencedora, apoiada pelo Paço.
A lista vencedora, apoiada pelo Paço, voltou a candidatar-se, então já sem oposição, e tem continuadamente gerido os destinos da Santa Casa da Misericórdia de Portalegre.
Aquela campanha eleitoral foi caracterizada pela suspeição, insulto, calúnia, mentira, e sobretudo sob a capa do canalha anonimato, se bem os anónimos estavam, aliás, eram facilmente identificados.
Como até então nunca se vira, a campanha foi porta-a-porta. Criados foram medos, ameaças, chantagens. E lá ganhou quem mais influência conseguiu junto dos Irmãos, os eleitores.
Esta introdução, que é um exercício de memória, tem como finalidade fazer não uma introspecção, mas um perguntar em voz alta, por parte de um Irmão:
_ Como está a situação económica e financeira da Santa Casa da Misericórdia de Portalegre?
_ Como está a relação entre a Segurança Social e a Santa Casa da Misericórdia de Portalegre?
_ Como estão os pagamentos a fornecedores?
_ Como está o pagamento de subsídios de Natal e Férias dos Funcionários?
_ Há atrasos no pagamento de salários dos Funcionários?
_ Houve cortes nos salários dos Funcionários?
_ Os Utentes estão satisfeitos com o serviço que lhe é prestado?
E outras perguntas, em voz alta, se poderiam fazer, como esta tão simples:
_ Está o Paço, apoiante indefectível, ao corrente do que se passa na Santa Casa da Misericórdia de Portalegre?
Que a comunidade de Portalegre e região, não esqueça a importância de uma Instituição como a Santa Casa da Misericórdia de Portalegre. Ela é por demais importante, para que esta comunidade, e não só os Irmãos, se preocupe com ela.
Rádio Portalegre, 13 de Março de 2017
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quinta-feira, março 16, 2017

Eleições holandesas - 2017

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Quando os derrotados são os ‘vencedores’

O VVD passa de 43 para 33 deputados, ganhou!
O PvDA passa de 38 deputados para 9, ganhou!
O ‘maldito’ PVV passa de 15 para 20 deputados, perdeu!
E assim por diante, pode ler-se na imprensa de referência portuguesa e estrangeira.
Maior desinformação não pode ser. A Europa continua, alegremente, para o seu fim histórico.
Quando um partido passa de quarto para o segundo mais votado, quando aumentou em 33% o número de deputados eleitos, a par da descida acentuado dos dois principais partidos governamentais, um de 41 deputados para 31 e o outro de 38 deputados para 9, e é considerado o principal derrotado, algo está podre no reino da Holanda, na UE e no resto do mundo.
Diz o Povo, e com razão, «o mais cego é aquele que não quer ver»!
Entretanto, a Rainha de Inglaterra, Isabel II, aprovou esta quinta-feira formalmente a legislação para o avanço do Brexit. Era o passo formal que faltava e as negociações podem agora avançar.
Ainda há quem resiste!

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